pq tá tudo dando tão certo, mas tão certo, que aí você se lembra que tem um pequeno detalhe, apenas aquele pequeno e quase que imperceptível detalhe... que torna aquilo tudo errado.
by the way, meu purescore deu 14%. fiquei assustada.
Alguém lembra que na segunda-feira, dia 12, um cara suicidou no fórum? Não? Então relembra aqui!
Mas pq eu tô citando isso? Pq eu simplesmente estava a cerca de quatro metros da queda. Vi de camarote. E dispenso visões futuras de qualquer coisa parecida! E tenho dito.
gostaria de deixar bem claro aqui que nada do que eu escrevo é para que você leia.
escrevo para me livrar de mim.
escrever me esvazia, me alivia.
me limpa a alma.
me expressar escrevendo, meus piores e mais podres pensamentos, me dão sensação de plenitude.
Hoje fui ao McDonald`s. E como toda “criança”, comi um Mc Lanche Feliz pra ganhar a Pucca.
Mas isso não vem ao caso. Só disse isso pra falar que eu agora eu tenho uma.
E eis que, no meio do lanche, surge o prêmio Freak Of The Day.
Alguém aí já viu um cara chegar no McDonald`s, sentar sozinho no balcão com uma bandeja e uma promoção e... LEVAR O SEU PRÓPRIO KETCHUP?
Não? Eu vi isso hoje... Um freak, com certeza.
Mas o prêmio não surgiu sozinho.
O freak do ketchup veio com uma competição.
E essa competição para o posto de Freak Of The Day é bem acirrada.
O freak do copo. Conhece?
Chega um senhor com suas três filhas... Uma de aproximadamente 20 anos, outra entre seus 15 e 18 e outra de uns 13 anos... Ele se aproxima, pede ao atendente uma promoção qualquer, com um refrigerante grande. “Só isso, senhor?” Não. Ele quer também três cheeseburguers e 4 (sim, quatro) copos pequenos. Tá. E daí? Daí q ele se senta com suas filhas, entrega um cheese pra cada, abre o refri 700ml e põe um pouco em cada um dos copos pequenos. E cada um deles tem um copo de coca agora! Olha que prático!!!
E sim, ele comeu a batata-frita sozinho. Outro freak? Eu acho que siiim!
E eu considero os dois um empate. Se bem que aquele do ketchup...
A falsidade vai tomando conta de mim de uma forma inédita.
O asco continua. O nojo continua.
E as fofocas? Me adentro à elas como se fossem a coisa mais importante do mundo. E que no momento poderiam (ou pelo menos pareciam) até ser.
Mas é tudo um de repente que daqui a meia hora já deixou de ser por um boato mais interessante.
Fora ter que aguentar as reclamações constantes e incessantes.
“Tô irada porque meu namorado comeu uma menina que eu não suporto não sei a quantos anos atrás e isso foi há uns cinco anos antes de me conhecer e de começar a me comer. Mas não conto a ele que vários outros me comem enquanto ele está em casa me esperando com o jantar, pronto para pedir perdão por algo feito antes mesmo de me conhecer – É um babaca!”
É... Ele pode até ser um babaca. Mas você é mais. Além de babaca, uma babaquinha inútil de dezenove anos que beira a imbecilidade, você se porta como uma putinha.
Aliás, você é uma putinha. E uma putinha extremamente irritante.
“E eu que tô chegando em casa morta de cansaço e não dou conta nem de ‘dar assistência’ pro meu marido?”
Filha, sério! Se com 23 anos, você nem consegue mais dar (sem necessidade de uso do termo assistência) para o homem que você escolheu passar o resto da sua vida junto, então morre! Ou se divorcie e arrume outro. Ou outra. Ah! É mesmo. Esqueci! Você não acredita em divórcio, certo? Porque é pecado! Mas falar da sua vida sexual (ou da falta dela) abertamente com pessoas que você conhece a menos de um mês, tudo bem. Aí pode. E dar e tomar chifre, pode?
Mas o que me irrita de verdade, o que anda me irritando ao extremo, me dando nos nervos que beiram a histeria, são as interrupções.
Sabe? Quando você está explicando algo, te interrompem.
Quando você precisa perguntar alguma coisa, te interrompem.
Quando você decide finalmente se abrir e contar algo pessoal, te interrompem.
Sendo assim, chega uma hora em que você pára de explicar, pára de perguntar e, definitivamente, pára de partilhar.
E eu parei com tudo isso. E fico com um sorriso no rosto que até parece ter sido costurado lá. “Olá! Tudo bem?” O mais alegre e falso possível. Fico me sentindo como se estivesse entupida de remédios. Prozacs, ritalinas, valiuns e topamax.
Meus sentimentos não podem ser exteriorizados. Ainda não. Um dia talvez eu me canse. Até porque eu já estou me cansando.
Me estafa estar rodeada de pessoas ignorantes que se portam de forma arrogante e que não são capazes de reconhecer a importância de Dolce & Gabbana para o luxo.
Não têm a capacidade de distinguir uma Prada original nem se for a única peça da pratileira. E nunca viram um Dior de perto.
O povo. Que reclama e se enfurece por alguém pagar R$6,00 em um garrafa de Perrier e nem imagina o que seja uma Evian.
Pessoas que acham um absurdo um vestido Forum Tuffi Duek custar R$2.800,00 – e não terem idéia de quem seja Tuffi Duek.
E essas mesmas pessoas não conseguirem conceber que existam vestidos de mais de cem mil e que são usados por pessoas mais babacas e inúteis que elas.
E agora que fui ver a que ponto da falta de sentido que eu cheguei.
É. Consegui me colocar em choque. E pelo que estou vendo, essa pode não ser a última vez. Me desculpem pelo desabafo.
A grande massa de pobres que invade os ambientes me deixa nauseada. E não, não são os "pobres financeiramente". São os pobres de espírito.
Aquelas pessoas que se acham alguma coisa, mas que merecem ser tratada como o que realmente são: um grande NADA!
Pessoas arrogantes que fingem saber coisas importantes. E a falsidade é tão bem elaborada que os próprios falsos acreditam naquilo que estão representando.
O odor dessas pessoas me dá asco. Repugna-me. E me dá ânsia de vômito. Um cheiro que entra nas narinas, gruda nas entranhas e revira o estômago.
Nojo. É o único sentimento que eu tenho. Não sinto pena, dó, nada. Somente nojo. E consciência de que isso é muito mais danoso à mim do que à eles.
Quase de volta à ativa... Depois de cinco meses sem postar uma palavra!
Fácil seria culpar somente minha monografia... Mas foi tudo!
Os projetos paralelos, a faculdade, o novo emprego, o nascimento das afilhadas! Tudo!
Mas agora tô de volta... Após uma semana no Rio de Janeiro - Conheci, posso morrer. Não volto lá nunca mais! -, estou com as idéias quase frescas para o término da monografia, para a formatura e para o q mais vier pela frente.
Assim eu espero.